Celebração do Dia

13 DE DEZEMBRO
Festa da Belíssima, na Itália, celebração da antiga deusa Romana Juno Lucina, deusa da luz e do parto. Seu emblema era o pirilampo e em suas festas realizavam-se procissões com velas. As lendas diziam que a deusa, vestida de branco e coroada de luz, aparecia ao alvorecer, deslizando sobre a neve e trazendo comida para os pobres. Neste dia, as “streggas” (bruxas) acendem fogueiras ou usam tochas em rituais para afastar o mal, a escuridão e para combater o “mal’occhio” (mau olhado). Coroas de arruda amarradas com fitas vermelhas são confeccionadas; as pessoas então cospem três vezes através dela, invocando a proteção de Juno Lucina para afastar o mal de suas vidas.
Dia de Santa Lúcia, celebrada com um festival de luzes, na Suécia. Neste dia, a filha mais velha, vestida com uma longa túnica branca e coroada com treze velas acesas, percorre toda a casa, oferecendo depois o desjejum a seus pais. Esse costume perpetua os antigos símbolos da Deusa que trazia a luz e a comida. Depois, todos os familiares se vestem de branco e vão para a igreja, assim como faziam seus antepassados, indo em procissão com velas para abençoar as comunidades e os campos. As crianças, vestidas com túnicas brancas e cintos vermelhos, acompanham uma menina coroada com velas, escolhida entre as melhores alunas. O prato típico desta festa é “Lussekatts” ou “gatos de Lúcia”, roscas com açafrão e passas, homenageando um dos animais totêmicos da Deusa (o outro era a joaninha). Por ser uma deusa dos partos, proibiam-se as mulheres trabalharem neste dia, fato este que poderia atrair o azar.
Este dia também era celebrado na Hungria e em outros países da Europa com procissões de velas e moças vestidas de branco, carregando velas e distribuindo biscoito e bebidas.
No Brasil, no sincretismo religioso, comemora-se Ewã, a deusa ioruba do céu, da terra, do vento, das nuvens e da água. Seu nome significa “a que se banha nas águas doces”, sendo considerada “os olhos de todos os Orixás”, podendo, por isso, também ser chamada de Senhora dos Olhos. De acordo com o mito, Ewã passa uma metade do ano como mulher e outra como serpente. Invoque-a para melhorar e preservar sua visão. Entoe seu nome como um sussurro, soprando para limpar sua aura durante um banho de purificação em uma cachoeira ou na chuva.

*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

Próximos rituais

Todos os rituais são realizados na UNIPAZ - Brasília
Energia de troca: R$ 20,00

Atenção: Os portões serão fechados às 20h30. Não será permitida a entrada após esse horário.

Pedimos a gentileza de não fotografar, filmar, gravar ou realizar qualquer outra forma de registro antes, durante ou após os rituais, sem autorização da Teia de Thea.

Informações: 98233-7949 ou teiadethea@teiadethea.org



Celebração do Solstício: O Fogo Sagrado da Família

Data: 21 de dezembro (sexta-feira) às 20h

Usar roupas nas cores vermelha, verde e/ou dourada.
Saia ou vestido para as mulheres.

Lista de material:
* 1 vela vermelha, verde ou dourada, dentro de um copo
* 1 pedaço de fita vermelha, verde ou dourada com o tamanho de 30 cm.
* 1 pedra (vermelha, verde ou cristal) para ofertar.

*** Aberto, também, aos homens ***