Celebração do Dia

19 DE SETEMBO
“Agyrmos” ou “Pompe”, o quinto dia dos Mistérios Eleusínios com a reunião dos iniciados para começar a procissão, percorrendo a pé os trinta quilômetros que separam Atenas de Eleusis. Eles vestiam roupas novas, eram coroados com guirlandas de murta e carregavam os “bacchus”, cajados feitos de galhos entrelaçados, símbolos da morte do velho e do nascimento do novo. Entoando cânticos, a procissão parava em certos lugares para deixar oferendas sob as figueiras sagradas - “hiera syke” – consagradas à Deméter. Na ponte sobre o rio Kefisos, os sacerdotes expunham, publicamente, os vícios e as verdades vergonhosas dos iniciantes, que deveriam ouvir com humildade e não protestar. A intenção era expor o velho Eu para que ele morresse de vergonha e pudesse renascer. À noite ao chegar em Eleusis, apesar do cansaço, os iniciados começavam as cerimônias à luz das tochas, honrando com danças e cânticos as deusas Deméter e Perséfone.
Na Babilônia, celebrava-se, neste dia, a deusa Gula, a Grande Mãe doadora e destruidora da vida. Gula era a Grande Curadora, tendo poder tanto para infligir como para curar as doenças. Ela era representada cercada de uma aura com oito raios de calor vital, o calor que sustenta ou destrói a vida. Gula vivia em um jardim no centro do universo, onde ela regava e cuidava da Árvore do Mundo, repartindo seus frutos com aqueles que a reverenciavam. Às vezes, era acompanhada de um cachorro, pois ela defendia os espaços das pessoas assim como um cão faria. Outras vezes ela aparecia com as duas mãos levantadas em prece, mostrando aos homens a postura apropriada para lhe pedir ajuda.
Comemoração com jejuns e orações de Thot, o deus da sabedoria e da magia no Egito. Thot tinha características lunares (a cabeça de íbis, adornada com o disco lunar e a lua crescente) e era representado segurando a palheta do escriba. Ele gerou a si mesmo e foi o criador dos hieróglifos e dos números, sendo considerado o Senhor dos Livros e das Palavras Sagradas.

*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

Próximos rituais

Todos os rituais são realizados na UNIPAZ - Brasília
Energia de troca: R$ 20,00

Atenção: Os portões serão fechados às 20h30. Não será permitida a entrada após esse horário.

Pedimos a gentileza de não fotografar, filmar, gravar ou realizar qualquer outra forma de registro antes, durante ou após os rituais, sem autorização da Teia de Thea.

Informações: 98233-7949 ou teiadethea@teiadethea.org



Plenilúnio: Celebração da Deusa Odudua

Data: 24 de setembro (segunda-feira) às 20h

Usar saia ou vestido vermelho ou preto
com Turbante vermelho

Material individual:
* 1 vela vermelha pequena dentro de um copo
* 1 incenso de arruda
* 1 anel (para consagrar)

*** Apenas para mulheres

# Não recomendado para crianças