Celebração do Dia

18 DE JANEIRO
Antiga celebração de Shapash, da deusa hitita do Sol e da luz do dia. Chamada de “A Tocha dos Deuses”, Shapash era uma deusa solar abrangente. Associada ao deus solar Baal, ela regia a fertilidade; em parceria com Mot, o deus da morte, ela destruía as colheitas e queimava a terra. Um outro aspecto dessa deusa era Wurusemu, venerada na cidade de Arinna e consorte do deus do tempo Taru.
Festival hindu do Sol, homenageando o deus e a deusa Surya, divindades solares e regentes da luz.
Homenageava-se também Usas, a deusa da Alvorada, mãe das estrelas matutinas que anunciavam sua chegada na carruagem puxada por vacas vermelhas.
Na China, reverencia-se o deus do lar Zao Jun com orações e oferendas de bolos de arroz doce. Neste dia, joga-se feijão nos telhados para atrair boa sorte, pendurando-se nas casas imagens novas do deus, queimando-se as antigas.

O MÊS DE JANEIRO
O primeiro mês, do atual calendário gregoriano, foi nomeado em homenagem ao casal divino divino Janus e Jana, ou Dianus e Diana, antigas divindades pré-latinas, tutelares dos princípios, das portas e entradas e dos começos de qualquer ação ou empreendimento. Governando o Sol e a Lua, Janus e Jana eram os primeiros invocados nas cerimônias, nos rituais e nas bênçãos de qualquer atividade. Com a chegada dos latinos, eles foram substituídos pelo casal divino de sua própria tradição, Júpiter e Juno. Ainda assim, o culto a Janus permaneceu, sendo sua bênção necessária para qualquer empreendimento autorizado por Júpiter.
Janus era considerado o deus do Sol e do dia, o guardião do Arco Celeste e de todas as portas e entradas, inventor das leis civis, das cerimônias religiosas e da cunhagem das moedas, que representavam-no como um deus com dois rostos, um virado para o passado e outro para o futuro. Os atributos de Jana foram assumidos por uma das manifestações da deusa Juno, representada como uma deusa dupla, Antevorta (que olhava para trás e lembrava o passado) e Festvorta (que olhava para frente e detinha o poder da profecia).
Janeiro contém, em si, a semente de todos os potenciais do novo ano, mas também guarda os elementos, as lições e os resíduos do ano que o precedeu. Por isso, é um período adequado para nos livrarmos do velho e do ultrapassado em nossas e ocupações diárias, preparando planos e projetos para novas conquistas, mudanças e realizações.
Apesar das diferenças geográficas, climáticas, mitológicas e sociais, todas as antigas culturas tinham cerimônias específicas para fechar um velho ciclo e celebrar o início de outro.
Podemos usar, de uma forma mais moderna e pessoal, a antiga sabedoria ancestral, dedicando o mês de Janeiro à “renovação da terra” de nossa realidade material, recolhendo-nos e contemplando a colheita do ano que passou, preparando as sementes para os novos planos e projetos.
*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

*informações extraídas do livro “ O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.

Próximos rituais

Todos os rituais são realizados na UNIPAZ - Brasília
Energia de troca: R$ 20,00

Atenção: Os portões serão fechados às 20h30. Não será permitida a entrada após esse horário.

Pedimos a gentileza de não fotografar, filmar, gravar ou realizar qualquer outra forma de registro antes, durante ou após os rituais, sem autorização da Teia de Thea.

Informações: 98233-7949 ou teiadethea@teiadethea.org



Plenilúnio: Celebração de Baba Yaga

Data: 21 de janeiro (segunda-feira) às 20h

Usar saia ou vestido na cor branca, vermelha ou preta.

Lista de material:
* 1 vela branca ou vermelha ou preta
* 1 agulha com linha
* essência do seu signo.

*** Apenas para mulheres