Celebrações abertas

Em conexão com as mudanças,
o humano se reconhece
como parte da natureza sagrada.
O rito habita o viver diário
e destaca a passagem do tempo, a transformação.
No eterno observar de ciclos,
a humanidade integra em ritual
o movimento da Lua, do Sol, a dança das estrelas e das estações.



foto de Fred Rabelo

PLENILÚNIOS

A Lua é um dos principais símbolos do princípio feminino. As transformações biológicas na vida de uma mulher e seus ciclos seguem as fases lunares e a própria existência humana enquadra-se na mandala lunar. O espelho prateado da Lua reflete sonhos, percepções, visões e fertiliza as sementes da criatividade incubadas durante a escuridão.
No plenilúnio (o primeiro dia da Lua Cheia) e auge da força e plenitude lunar, vivenciamos os múltiplos aspectos e atributos da Grande Mãe. Nestas datas A Teia de Thea realiza rituais abertos só para mulheres na Unipaz, reverenciando o feminino sagrado.



RODA DO ANO

As atividades da Teia de Thea incluem as celebrações dos Sabatts, acompanhando o movimento do Sol em seu ciclo anual. Estes rituais marcavam datas importantes dos calendários agrícolas, como as festas de plantio e colheita, além dos solstícios e equinócios. Divididos em Festivais Solares (com datas móveis) e Festivais de Fogo (em datas fixas), faziam parte da tradição de vários povos nativos.



foto de Lana Guimarães

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